Natal é uma festa cristã e celebra o nacimento de Jesus. Uma espécie assim de aniversário, é estranho, nunca entendi o calendário por isso, tudo bem não há nada o que entender mesmo, pois no aniversário de Jesus quase todos ganham presentes, por que será? Come-se muito, ri-se também, muitos bebem e alguns se revoltam com o capitalismo, mas tem gente que faz o bem, ajuda as pessoas. Talvez estes estejam certos, presenteando um Menino que passa fome, frio, na beira do rio, embaixo da ponte. Compaixão, talvez este seja o espírito que falte na sociedade.
Natal é ganância, concordo. Uma explosão de consumo, de vontade e muitas vezes de falta de algo. As pessoas saem às ruas para comprar presentes, não sei se por ego ou por falta de alguma coisa, acho que algumas sentem-se bem fazendo isso. Mas e se estas pessoas realmente lembrassem do Natal, abraçassem a cada amigo, umbigo com umbigo. Já pensou se elas se declarassem para seus amores, pais, mães, irmãos, que bom seria. Seria mais do que simples pedaços de plástico, metal, processadores, gigas e bytes. Seria amor, seria o nascimento ou talvez o renascimento da semente que está em nossos corações desde sempre, seria o melhor presente, quente, emocionante, pra vida toda.
E por que não ir à igreja rezar, ou ouvir o padre rezar? Porque isto é a maior hipocrisia, pelo menos em sua maioria. Lá estão pessoas que apenas sabem que é dia de celebrar o nascimento do Menino, mas eles não abraçam o próximo, este não é o presente. Muitos deles até esquecem que estão rezando, como pode. Estão lá pensando no peru que os aguarda em casa, no punhado de silício que lhe concederão. Poupem-me fingidos, não fizeram nada de mais. Dá-me um abraço e um apertão pra que eu sinta que realmente estás feliz, para que eu esqueça por um instante da ponte e do roncos nas barrigas vazias.
Sentimentos alheios de amor e de esperança. Talvez seja isso que o Menino queria quando nasceu. Algo mais além do que pode-se tocar, algo que desafie a erosão da vida, além de prédios ditos sagrados. Talvez o Natal seja a oportunidade de fazer renascer o amor e quem sabe o presente seja apenas momentos de carinho. Pode ser que seja isto, ou talvez o Natal seja só Natal mesmo.
Natal é ganância, concordo. Uma explosão de consumo, de vontade e muitas vezes de falta de algo. As pessoas saem às ruas para comprar presentes, não sei se por ego ou por falta de alguma coisa, acho que algumas sentem-se bem fazendo isso. Mas e se estas pessoas realmente lembrassem do Natal, abraçassem a cada amigo, umbigo com umbigo. Já pensou se elas se declarassem para seus amores, pais, mães, irmãos, que bom seria. Seria mais do que simples pedaços de plástico, metal, processadores, gigas e bytes. Seria amor, seria o nascimento ou talvez o renascimento da semente que está em nossos corações desde sempre, seria o melhor presente, quente, emocionante, pra vida toda.
E por que não ir à igreja rezar, ou ouvir o padre rezar? Porque isto é a maior hipocrisia, pelo menos em sua maioria. Lá estão pessoas que apenas sabem que é dia de celebrar o nascimento do Menino, mas eles não abraçam o próximo, este não é o presente. Muitos deles até esquecem que estão rezando, como pode. Estão lá pensando no peru que os aguarda em casa, no punhado de silício que lhe concederão. Poupem-me fingidos, não fizeram nada de mais. Dá-me um abraço e um apertão pra que eu sinta que realmente estás feliz, para que eu esqueça por um instante da ponte e do roncos nas barrigas vazias.
Sentimentos alheios de amor e de esperança. Talvez seja isso que o Menino queria quando nasceu. Algo mais além do que pode-se tocar, algo que desafie a erosão da vida, além de prédios ditos sagrados. Talvez o Natal seja a oportunidade de fazer renascer o amor e quem sabe o presente seja apenas momentos de carinho. Pode ser que seja isto, ou talvez o Natal seja só Natal mesmo.

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